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desencontros do amor...

Mais um texto para a revista onde seou colunista....
A Revista Bem-Estar do Jornal Diário da Região de São José do Rio Preto - SP tem um conteúdo espetacular. Fico honrada de fazer parte dessa trupe maravilhosa.....
 
 


 Esse tal amor que todos buscamos...
figuras reproduzidas
 
Aqui está o texto copiado e colado porque não dá para ler assim...
 
 
Desencontros do amor

Nesse tempo de discórdia, de competição desmedida, de fazer jogos sem fim para encontrar alguém para ficar ao lado, não viver a vida em parceira, e muito mais do que se possa imaginar para se afastar das conquistas, o amor tem encontrado barreiras que, talvez, os poetas do passado jamais imaginassem que fosse tocar ou viver.

Homens que não sabem como segurar seus desejos, mulheres que não se adaptam a uma nova vida onde a complexidade de suas conquistas está dando o que falar que dirá sentir.

E com a evolução os melhores mágicos previram que o amor seria realmente fascinante. Quem sabe com suas cartolas deixassem escapar nuvens de paixão ou respingos de lágrimas que representassem a mútua compreensão, o respeito, a dignidade pessoal que possa ser o elo forte que une duas pessoas. Mas o tempo não construiu dessa maneira o amor, culpa dele? Evidente que não, afinal, quem faz o tempo são as pessoas - elas plantam, regam, semeiam, podam e colhem o que foram capazes de ter em sua própria lavoura.

Os desencontros do amor têm sido muitos. Casais que não cabem na própria casa. Amizades que se desgastam pelo orgulho e vaidade das partes. A família, célula que sempre fez tão bem a sociedade, esta prestes a desabar. Por que isso acontece? Descuido? Falta de pudores essenciais a existência  ou , quem sabe, a desvalorização da estima entre as pessoas e o descaso absoluto da humanidade pelas coisas mais importantes que existem?

É verdade, falta  tempo para ficar juntinho e trocar ideias simples. Para pedir uma parte do jornal e comentar as crônicas do cotidiano. Sair de mãos dadas pelas ruas e dividir o pão de cada dia. Mas as horas sobram para destruir o que foi construído, deixar de lado certas coisas que hoje em dia são chamadas de “careta” e como se não bastasse, beijo de ternura está fora de moda, que dirá amor e seus encontros, porque em matéria de desencontros a atualidade dá um banho e soma graduação nessa teoria, porque sobram parágrafos sobre o grande excesso de coisas a fazer e que nada preenchem os corações dos indivíduos.

E enquanto as pessoas se afastam, os dias se multiplicam nas lacunas do amor. E esse espaço sem graça desfaz o alicerce de uma construção tão bela. Mas a modernidade imprime essa relação casual a todo o momento, e, jura de pés juntos que é assim que tem que se viver hoje.

Desencontros, afastamentos, brigas sem trégua e desamor. E nos tempos de cólera e ira onde a mágoa persiste por muitos e muitos anos, não dá para se conseguir antídoto que seja eficaz a não ser que seja a própria luta individual para recuar e remover rancores e deixar de lado as armaduras de combates sem sentido.

E enquanto essas “tralhas” pesadas escorrem de cada emoção pessoal, quem sabe um dia, possa existir espaço para um encontro, um beijo, uma declaração de amor, um olhar nos olhos, um sorriso largo e verdadeiro. Quem sabe, as visitas à família, telefonemas de carinho e encontros não em datas especiais, mas nas que apenas marcam os dias das semanas.

Os desencontros do amor são muitos, mas o maior deles é quando as pessoas desistem de tentar ser felizes e como em um recomeço dar as mãos e seguirem em frente em uma estrada onde exista luz, paz e fraternidade.

Tomara  que você faça a sua parte, porque se cada mão acenar para o Bem, vai estar oferecendo a oportunidade para o nosso mundo ser muito melhor do que esta conseguindo suportar  ser. E não adianta dizer que cuida do meio ambiente e por essa razão está na moda, que você separa o lixo direitinho, que não joga papel no chão e respeita as leis de transito. Tudo bem, isso é importante, mas, por favor, deixar as leis da própria natureza do amor que o faz ser alguém eficaz e pronto para viver a felicidade, bem, é um pouco demais.

Desencontros do amor é o conceito do descaso de cada um de nós quando finge que o outro não precisa de ajuda, vira a face para a solidariedade e quanto a pobreza, diz alto que não tem culpa de nada. Pois é, seria bom que você começasse a fazer a sua parte. No amor próprio, do outro ou em qualquer amor.
 
Por Beth Valentim

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