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Mostrando postagens de Dezembro 28, 2008

dúvidas sobre o amor...

É difícil compreender a mente masculina. Muito diferente da nossa, vê tudo com objetividade e ao contrário da força romântica. O homem faz qualquer coisa por um sexo gostoso, diz um amigo meu. Ele trai. Busca uma mulher que o fez pisar nas nuvens, mesmo depois de um tempo sem vê-la.Quer ter momentos de espontaneidade. Fazer o que deseja com o seu desejo, sem medir forças - leia-se aqui um sexo forte e selvagem, livre. Homem casado, noivo, comprometido, qualquer denominação que seja, sente da mesma maneira. Se diverte, curte de montão o encontro e, depois retorna para casa. Para o colo da mulherzinha. A casinha estruturada. A poupança para os filhos ou mesmo para eles sozinhos quando estiverem mais velhos. Se questionar esse comportamento, vai ver que fica calado. Não consegue dar opinião nem se defender. Está mesmo com os pés no chão...E a mulher? Sempre sonhando que ele, o tal que adora encontrá-la, vai deixar esse marasmo com feijão e arroz prontinho em casa, por aqueles arroubos de…

primeiro dia útil...

Já é tarde. Para falar a verdade, cinco minutos do primeiro dia útil desse novo ano. Estive envolvida o dia inteiro com a família. Almoço. Passeio na praia. Por do sol lindo! Sentei para postar no blog nesse momento e, penso em como será meu ano. Acho que, como todas as pessoas, serei cuidadosa. Tentar poupar tudo que puder. Me exercitar para poder ser forte contra o estresse. Trabalhar com bastante motivação, o que me fará dormir bem e querer acordar com vontade de retornar para as tarefas diárias. Farei exames médicos necessários. Ler ótimos livros. Terminar o meu novo, também. Dançar mais do que no ano que passou, porque faz muito bem à saúde. Comprar um jeans mais caro do que de costume e blusinhas básicas. Sandálias femininas...umas duas de cor neutra. Dois soutiens e algumas calcinhas - umas sexies e outras apenas confortáveis. Fazer uma limpa no armário. Para que guardar tantas coisas? Papéis! Sempre sufocando os armários. Quero selecionar o que deve ser guardado e me desfazer…

mulher de preto...

Você acorda na véspera do último dia do ano e veste aquele vestido preto básico. Acabou de tomar banho, passar creme no corpo e desembaraçar os cabelos molhados. A figura que reflete no espelho é de uma mulher que é linda por natureza, mas tem o rosto cansado pelos 365 dias de muita superação. Precisa fazer o balanço de sua vida. Relembrar fatos. Refletir sobre o que aconteceu e tentar superar os momentos que não foram bons. Sentada na cama, arruma a bolsa para o trabalho. Maquiagens gastas. A carteira de notas de dinheiro desbotada. Aquele velho pente e o restante de perfume que, pelos cálculos, amanhã termina. E não consegue controlar as lembranças. Foram tantas coisas...Perdas,ganhos. Sonhos que se foram. A juventude que se despede de mais uma etapa. Você tem a nítida impressão de que tudo ficou para trás mesmo. Que nada que se foi pode retornar. Aquele louro queimado do sol como surfista que ficou no barzinho da praia, era bonito, mas de nada servia para preencher o seu coração.

tristeza que dói até a alma...

Perder alguém, seja quem for, é muito dolorido. E as maneiras de perder podem se modificar, mas machucam...E como! Desde pequenos aprendemos a amar nossos pais, e, quando eles se vão, temos que nos esforçar para esquecê-los. Não deixar de amá-los, mas, para não sofrer, tentar apagar as lembranças vivas dentro de nós. Perder um amor também é algo avassalador. Um amor que se tinha guardado no peito. Lindo. Quase impossível de acreditar que era tão real. E também se foi...E aí? O que fazer? Suportar mesmo quando a alma parece explodir? Viver a saudade mesmo que ela seja torturante? Chorar ou telefonar para escutar a voz? Perder um amigo também é triste. Deixa marcas profundas. A gente acredita que está sendo muito legal, e, depois percebe que não foi tão especial assim...Existiram erros.Equívocos...De ambas as partes, mas pelo jeito...não tem mais jeito... E como viver essas dores tão profundas? Como agüentar a mente passando e repassando as cenas da época em que tudo parecia estar equil…